Cada tarefa tem um nome à frente
As compras, a consulta, a farmácia, a limpeza. Quem fica responsável vê-o no telemóvel, e os outros também — por isso não se faz duas vezes nem se fica à espera de que outro faça.
Ainda não está nas lojas. Chega em breve.
Quem trata do pai, da mãe ou dos avós raramente trata sozinho — e raramente mora na mesma rua. O Aconchego junta os irmãos, os filhos e os netos à volta da mesma pessoa: cada tarefa tem um responsável, cada visita fica confirmada, e ninguém precisa de perguntar «então, já foi?».
Não é mais uma lista de tarefas. É a diferença entre uma família que combina por mensagens soltas e uma família que sabe, a qualquer hora, o que já foi feito e por quem.
As compras, a consulta, a farmácia, a limpeza. Quem fica responsável vê-o no telemóvel, e os outros também — por isso não se faz duas vezes nem se fica à espera de que outro faça.
Quem vai a casa confirma a visita no fim, com a hora a que lá esteve. Quem está a 300 quilómetros abre o telemóvel e vê — em vez de telefonar a perguntar.
As tomas, as alergias, o que o médico disse na última consulta. Guardado com mais cuidado do que o resto, e visível só a quem a família autorizar.
Uma app que sabe quem toma que medicamento e a que horas alguém está sozinho em casa tem de ser clara sobre o que guarda. Estas quatro não são intenções: estão construídas.
Um ficheiro com tudo o que a app guarda sobre si, pedido de dentro da app e entregue ao telemóvel. É o artigo 15.º do RGPD, e não é preciso pedir por email.
Sem telefonemas e sem formulários. E há uma página na internet para o fazer sem sequer instalar a app, se já a tiver desinstalado.
Não há publicidade, não há bibliotecas de medição, e os dados não são vendidos nem partilhados para fins comerciais.
Em Frankfurt, na Alemanha. A política de privacidade diz, campo a campo, o que é guardado e durante quanto tempo.
Deixe o email e avisamos quando a app sair. É a única coisa para que o usamos.